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Jobert Gaigher
Coordenador Executivo
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Daniel Raizer
Coordenador Técnico
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Paulo Cadavez
Coordenador Comercial
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a Lei 11.769/08

O Governo Federal, através do Ministério da Educação, sancionou em 18 de Agosto de 2008 a Lei nº 11.769 que altera a Lei nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica. Em seu art. 26, a LDB define agora no § 6º que “A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2º deste artigo". O prazo estipulado na Lei para as escolas se adaptarem às exigências estabelecidas no artigo 1º da referida Lei venceu em 18 de Agosto de 2011.

 

A ONU e a UNESCO incentivam a transformação da escola em espaço de aceitação e convivência com os diferentes, em um discurso que se afirma como humanista e multicultural, em contraposição a educação segregadora e assistencialista. A inclusão pressupõe, então, que todos, sem exceção, devem participar da vida acadêmica, em escolas ditas comuns, nas classes ditas regulares, onde deve ser desenvolvido o trabalho pedagógico que sirva a todos, indiscriminadamente.

 

Com esse pensamento, a Quanta Educacional, através de sua equipe transdisciplinar, constituída por músicos profissionais, produtores musicais, especialistas em tecnologia musical e educadores musicais, em parceria com Mestres e Doutores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desenvolveu um sistema de educação musical voltado para alunos do ensino Fundamental II, que contempla também a ideia de INCLUSÃO DIGITAL altamente significativa para o aluno, estimulando-o a desenvolver a criatividade, o raciocínio lógico e a sociabilidade que a música promove tão facilmente. A proposta contempla o ensino musical em um formato contemporâneo, que atende a uma necessidade premente que as escolas não tem conseguido explorar, que é o uso do computador como ferramenta de aprendizagem. O e-SOM – “educar, Socializar, Orientar e Musicalizar” é uma revolução em educação musical no Brasil, pois traz um novo conceito em aprender música, propondo um sistema de educação musical para as escolas utilizando a tecnologia digital no desenvolvimento da sensibilidade estético-musical e no potencial criativo dos alunos. Como metas, o programa visa oferecer subsídios teóricos e práticos à comunidade escolar, pautados em uma proposta curricular fundamentada em teorias e modelos recentes de desenvolvimento musical.

 

Em muitos países, a educação musical é utilizada para preservar as suas raízes culturais e o Brasil deve seguir esse exemplo.

A crescente difusão de novas tecnologias traz múltiplas possibilidades de envolvimento com a música, tais como o conhecimento de músicas de outras culturas, a apreciação de vídeos de diferentes concertos e espetáculos e, principalmente, a oportunidade de composição e gravação através do computador, passíveis de serem compartilhados na internet.

 

Nos espaços não escolares essas crianças e adolescentes estão tendo acesso às ferramentas tecnológicas, principalmente à Internet, pois é uma tecnologia que os motiva pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa que oferece. Para o professor, ensinar utilizando as TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) o torna diferente do convencional e possibilita planejamentos mais interativos com os alunos.

 

Grande parte das crianças e jovens chega às escolas com preferências musicais definidas e, muitas vezes, já com habilidades para utilizar ferramentas básicas computacionais aplicadas à música. Portanto, a utilização da tecnologia digital em educação musical é imperativa como um processo de aproximação do cotidiano dos alunos e uma consequente motivação para a aprendizagem musical, ao desenvolvimento da cidadania, o sentimento de pertencimento (a um determinado grupo, seja ele escolar ou não) e do trabalho em equipe.

 

Em Maio de 2010 a UNESCO lançou um documento contendo as Metas para o Desenvolvimento da Educação em Artes no mundo, durante a II Conferência Mundial de Educação em Artes realizada em Seul, Coreia do Sul. O documento preconiza que as artes são fundamentais na educação contemporânea, considerando que as sociedades se deparam cada vez mais com atos de violência, choques entre culturas e injustiças sociais. A UNESCO e outras organizações internacionais defendem uma educação voltada para a paz, para a compreensão e respeito a todas as manifestações culturais. Além disso, no cenário internacional se tem debatido a necessidade premente dos sistemas educacionais promoverem o desenvolvimento da criatividade e da autonomia dos alunos, atributos essenciais para a formação dos futuros profissionais em uma sociedade globalizada.

 

No Brasil, o Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020), tem como um dos focos a utilização cada vez maior das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), como forma de aproximar a educação de crianças e jovens à vida cotidiana. A inclusão tecnológica aparece como meta prioritária dos sistemas educacionais em diversos países, incluindo o Brasil, pois se apresenta como uma forma de diminuir as desigualdades sociais e geográficas entre os países. É sabido que o analfabetismo tecnológico leva à marginalização do indivíduo. A escola, mesmo não sendo um espaço primeiro de profissionalização, oferece ferramentas básicas para o futuro aperfeiçoamento das áreas de conhecimento ali transmitidas.

 

A homologação da Lei 11.769 representa um avanço no processo de escolarização das crianças e jovens em idade escolar, pois, de acordo com pesquisas no campo da psicologia da música e sociologia da música, o engajamento ativo com música promove:

 

O desenvolvimento da sensibilidade estética e artística de crianças e adolescentes;

A leitura e compreensão crítica do universo musical do meio social e cultural que está inserido;

O respeito à diversidade cultural;

O desenvolvimento do potencial criativo dos alunos;

O desenvolvimento cognitivo, afetivo e psicomotor;

O desenvolvimento de habilidades sociais

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